terça-feira, 3 de abril de 2007

O gerente caixinha, a droga(ria) e eu

Hoje, no final da tarde, houve uma situação muito chata na Drogaria São Paulo da Avenida Paulista. Ao tentar comunicar ao gerente dessa loja que havia um problema com o preço de um produto, o famoso problema do preço na prateleira diferente do preço que paguei, fui surpreendido com mais um gerente caixinha, estes gerentes que lotam os estoques de depósitos de gerentes caixinhas espalhados por todo o Brasil e que empresas, em contenção de despesas - só pode, abastecem seus carrinhos de compras com estes gerentes caixinhas para espalharem por suas lojas.

O gerente caixinha, totalmente despreparado, me pedia provas de que havia o erro, algo que eu não podia fazer já que o produto estava sem etiqueta de preço e a prateleira com o espaço do preço do produto, a essa altura, já vazia. Ele me dizia, que não tinha como saber o preço do produto sem a etiqueta (errada), eu perguntei a ele de onde vinha aquele preço, ele respondeu que vinha da distribuidora, e eu pedi para ele consultar o preço que a distribuidora passou a ele, na esperança de que preço que eu esperava pagar estivesse lá. No entanto, ele me respondeu dessa que era "impossível sabê porque era impossível guarda tudo di cabeça". Frase repetida várias vezes durante o diálogo.

Tentei convencê-lo da necessidade de haver e guardar essa informação em algum lugar para casos como este, mas ouvi novamente que era "impossivel sabe tudo di cabeça" e que eu não tinha prova.

Meu Deus, um gerente falar em provas com um cliente, mostrou total despreparo deste senhor para o cargo que exercia. Não estava criando um ambiente de acusação ali, apenas tentando resolver uma situação que parecia cada vez mais complicada de se resolver.

E isto me remete a outros casos em que percebo esta praga que estão se tornando os gerentes caixinhas. Pessoas mal preparadas que tem instruções para quase todas as situações possíveis dentro da loja e no pouco espaço que sobra para agir por si mesmas, erram e erram feio porque erram contra o cliente.

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